Artigos

7 Passos para ganhar dinheiro com o Empréstimo Remunerado

Pode acontecer a crise que for, os bancos sempre estão entre as empresas que mais lucram. Por que será que isso acontece?

Porque eles ganham dinheiro emprestando dinheiro. Assim, quanto maior a crise, mais dinheiro ele empresta e mais ele recebe, em forma de juros.

Essa é a grande fórmula mágica dos bancos, que conseguem multiplicar seus dinheiros em questões de segundos. Os lucros são recordes e juntos eles formam um dos conglomerados de maior patrimônio no mundo.

Mas, e se você pudesse ganhar dinheiro exatamente como o banco faz?

Alberto Borges Matias é professor de economia da USP (Universidade de São Paulo) e afirma que a grande diferença entre as instituições financeiras e as pessoas físicas é a organização, levando em conta que as pessoas são mais desorganizadas.

Abaixo, vamos listar 10 passos para você seguir e ter os mesmos resultados dos bancos: o aumento de patrimônio.

Mas, antes, note que quando falamos em emprestar dinheiro, falamos em fazer isso da forma certa, com base jurídica e segurança. Não adianta você emprestar dinheiro para o seu vizinho que fica devendo para todo mundo.

Aí, tem o risco de calote que costuma não valer a pena.

7 Passos para ganhar dinheiro com o Empréstimo Remunerado

1 – Planejamento

Os bancos sabem se planejar com muita precisão e, assim, consegue ter uma base com os valores das suas receitas e despesas, o que evita surpresas.

Para Matias, as pessoas físicas deveriam fazer um planejamento financeiro para, no mínimo, os 30 dias seguintes, equilibrando as receitas com as despesas.

Essa previsão de um determinado período é o que a tesouraria faz no banco.

2 – Consumismo

Ao contrário dos seres humanos, os bancos não ostentam suas riquezas.

A vaidade é uma armadilha, diz Matias. E muitos consumidores acabam comprando produtos de preço alto e pagam a prazo, o que acaba por prejudicar ainda mais o orçamento.

Financiar um produto importado, por exemplo, pode significar uma grande perda cambial.

Os bancos, mesmos os mais ricos, pensam duas vezes até na hora de escolher suas sedes.

3 – Credibilidade

Os bancos detém credibilidade, o que acaba sendo um ponto forte na hora de conquistar correntistas.

Além disso, com a evolução da gestão, as informações sobre as pessoas inadimplentes são compartilhadas entre os bancos, o que piora a situação do endividado.

A pessoa física deveria fazer o mesmo: ser prudente com seu dinheiro.

4 – Emprestar Dinheiro

É dessa forma que os gerentes de bancos ganham dinheiro, mas você não deve fazer o mesmo se não for um gerente.

Os bancos, acreditem vocês, são bastante seletivos na hora de emprestar dinheiro à alguém, baseando-se em contratos, para evitar inadimplência.

Então, a recomendação é não tentar sair emprestando dinheiro apenas em troca de juros.

O ideal é se tornar um credor do governo, por exemplo, que é um ótimo pagador e dá as melhores taxas de juros.

5 – Empréstimos para Terceiros

Matias diz que tomar empréstimos para terceiros é uma grande cilada e a principal causa do ingresso de pessoas físicas nos serviços de proteção ao crédito.

“Não aceite fazer empréstimos ou financiamentos para outras pessoas, principalmente se o nome dela já estiver sujo na praça. Se ela não pagou uma vez, poderá deixar de pagar novamente”.

6 – Promessas

Os produtos bancários, entre tantos outros, também oferecem coisas que não podem cumprir. Por isso, independente do produto (previdências, capitalizações, poupança), o conselho é avaliar com cuidado.

7 – Custo dos Juros

Sempre fuja dos juros altos, que estão em financiamentos, por exemplo. Guarde o dinheiro que puder, por quanto tempo puder, e compre a vista. Se você aplicar o dinheiro guardado, os resultados serão melhores ainda.

Com informações do financeiro24horas

Será que vale a pena investir em Fundos Mútuos? 5 Motivos para provar que sim!

Os fundos mútuos podem proporcionar ao investidor acesso à uma gama de mercados financeiros que são escolhidos por gestores do setor e suas respectivas empresas.

Atualmente, existem vários fundos mútuos, que podem ser categorizados como de curto prazo, de renda fixa, balanceados, de ações.

  • Mas, como funcionam esses fundos mútuos?
  • Por que eles são aconselháveis para investir dinheiro?
  • Quem pode optar por esses fundos?

Confira as respostas e descubra os 5 principais motivos para investir nesse tipo de aplicação financeira!

O que é um fundo mútuo?

São investimentos que compartilham de objetivos semelhantes, onde os investidores aplicam seus dinheiros que são geridos por um gestor profissional. Assim, o fundo pode estar associado à ações, títulos ou instrumentos financeiros com alta liquidez.

Os gestores tem a finalidade de administrar os ativos garantindo a posição dos investidores e partilhando os rendimentos, as despesas e qualquer ganho ou perda, conforme a proporção das cotas.

Quais os Tipos de Fundos Mútuos?

Existem vários tipos de fundos mútuos que tem objetivos diferentes, atendendo à todo tipo de investidor. No geral, podemos sintetizar os fundos em 3 tipos.

  1. Fundos de Ações: aplicam em ações de empresas de capital aberto listados na BM&FBovespa – a bolsa de valores brasileira.
  2. Fundos de Renda Fixa: investem em títulos de empresas ou do governo e tem rendimentos recorrentes como objetivo principal.
  3. Fundos Balanceados: variam entre os ativos de ações, os títulos e os instrumentos financeiros, atendendo ao perfil do investidor.

Como os Fundos Mútuos são avaliados?

O valor de um fundo mútuo é igual ao valor total do mercado de todos os ativos e moedas em que o fundo esteja alocado. Assim, essa soma é conhecida como NAV, que vem do inglês Net Asset Value e quer dizer: valor do ativo líquido.

Esse valor é calculado diariamente e modifica-se com a elevação ou a queda no valor de mercado dos ativos listados na carteira, que oferecem ao investidor mais transparência.

5 Motivos para investir em Fundos Mútuos

Os fundos mútuos têm muitos benefícios, mas selecionamos os 5 maiores!

1 – Gestão Profissional: oferecem aos investidores acesso aos gestores profissionais.

2 – Viabilidade Financeira: não é preciso ser um investidor com muito dinheiro inicialmente, já que a maior exigência é que sejam feitos investimentos adicionais menores ao longo do tempo.

3 – Diversificação: os fundos mútuos tem números diferentes de ativos, com carteiras de fundos de ações diversificados entre empresas, industrias e países, por exemplo.

4 – Flexibilidade: a maior parte dos fundos mútuos fazem parte da “família de fundos”, assim o investidor pode trocar suas cotas de um fundo para outro da mesma família quando o objetivo do investimento mudar.

5 – Liquidez: é fácil resgatar o dinheiro do fundo mútuo, desde que seja feita uma notificação por escrito e o prazo é de 7 dias úteis.

Por fim, vale prestar a atenção de forma generalizada porque os fundos mútuos têm vantagens claras como veículo de investimentos, porém, nem todos são iguais.

Assim, é preciso observar os fundos no qual se pretende investir a fim de notar se eles estão de acordo com seus objetivos financeiros.

Os fundos mútuos são ótimas maneiras de investir de forma variada sem ter que comprar cada título individualmente.

Com informações do Citibank e franklintempleton

3 Motivos Reais para Investir nos Hedge Funds  

Fundos de Cobertura ou Hedge Funds são termos muito falados no mundo dos investidores profissionais e nada mais são do que um tipo de fundo de investimento privado acessível à um número limitado de pessoas.

Isso acontece porque o montante ou capital mínimo para investir é muito elevado.

Para investir em Hedge Funds, o investidor tem que cumprir um dos seguintes requisitos: ser um investidor acreditado ou cliente qualificado.

No entanto, muitas vezes, os fundos hedges não necessitam de estar registrados na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), já que são considerados fundos secretos ou não regulados.

Apesar de ser traduzido como cobertura, investir em hedge não significa que a técnica sempre será deste tipo porque elas podem empregar uma grande variedade de estratégias, sendo que algumas delas podem nem estar “cobertos” contra o mercado.

Todos os fundos hedges são estruturados em forma de associações, sendo que o sócio administrador da carteira fica encarregado de tomar as decisões e os outros investidores exercem o trabalho como sócio limitado.

O objetivo principal desse investimento é ter mais benefícios do que os fundos de investimentos tradicionais, portanto, em boa parte das vezes, os mercados financeiros mais voláteis (como a bolsa de valores) são os escolhidos.

Mas, a maior vantagem é que os Hedge Funds tem a possibilidade de aplicar em uma grande variedade de estratégias podendo aplicar, por exemplo, em bens imóveis, arte, produtos agrícolas e até mesmo domínios da web.

Reprodução: Google

As 4 principais características dos Hedge Funds

1 – É para investidores qualificados: já que, normalmente, precisam ter patrimônio líquido superior à 1 milhão de dólares sem levar em conta a residência principal,

2 – Maio Latitude de Investimento: podem investir em qualquer coisa, como em terras, imóveis, ações, derivados e outros.

3 – Empregam Alavancagem: como na crise de 2008. Assim, os fundos de cobertura recorrem aos fundos emprestados para amplificar os seus retornos.

4 – Estrutura de Comissões: além das taxas de despesas, há a comissão de desempenho, que é conhecida como Dois e Vinte, sendo uma taxa de gestão de ativos de 2% e 20% de quaisquer ganhos gerados.

Como funcionam os Fundos de Cobertura

Há várias formas de combinar as estruturas de um fundo de cobertura e as empresas e os investidores a que eles estão associados. Mas, no geral, as estruturas deles são parecidas com as dos fundos de investimentos convencionais, que é um instrumento coletivo de captação de recursos.

A Estrutura Organizacional é divida em dois níveis:

  1. Comandita: é a mais comum e o comanditado assume a responsabilidade pelas operações do fundo, enquanto o comanditário pode investir na sociedade e só está legalmente obrigado ao pagamento do montante.
  2. Responsabilidade Limitada: que é semelhante à uma sociedade de imposto optativo, já que está sujeita ao regime de transparência fiscal e os investidores precisam limitar a relação ao montante de investimentos.

Já a Estrutura de Comissões, se divide em:

  1. Comissão de Gestão: que destina ao mesmo serviço pago pela comissão da gestão de um fundo de investimento, que normalmente é de 2% sobre os ativos geridos.
  2. Comissão de Incentivo: que é de 20% sobre os lucros e tem a intenção de recompensar o gerente dos fundos pelo bom desempenho.

Também há a Estrutura Temporal:

  1. Subscrições e Reembolsos: como não tem liquidez diária, eles têm subscrições e reembolsos mensais com prazos que devem coincidir com cada estratégia usada pelo gerente.
  2. Períodos de Impedimento de Venda: que pode ser de 2 anos e a ideia é impedir que o investidor levante fundos durante todo esse tempo.

Por que investir nos Hedge Funds?

São vários os motivos, mas o principal deles é que o investidor pode diversificar os investimentos e reduzir os riscos. Além disso, muitos fundos têm retornos absolutos e estão relacionados ao mercado de ações.

Fizemos a lista dos 3 principais motivos para investir em hedge funds.

1 – Redução de Riscos: os hedge funds tem a flexibilidade e a criatividade para gerar rendimentos a partir de títulos que ultrapassem a inflação.

2 – Aumento de Rendimentos: isso pode ser comprovado por dois fatos. O primeiro deles é que mantem a carteira de baixo risco, conseguindo obter rendimentos extras. O outro é ter uma estratégia de alto retorno.

3 – Afetação e Observações: basta analisar o risco líquido e bruto de toda carteira, com investimentos tradicionais.

Logo, dá para notar que os fundos de cobertura têm papel decisivo na carteira, tanto para a diversificação como para o aumento de rendimentos.

Com informações do forexpro, insider

Quais são os 7 Melhores Produtos Bancários para Investir Dinheiro

No mercado de investimentos existe uma série de opções de aplicações financeiras que sugerem boas rentabilidades ao final do contrato vigente. Algumas dessas opções são os produtos bancários, que podem gerar boas lucratividades e o aumento de patrimônio do investidor.

Entenda que esses produtos são aqueles que estão no banco e não, necessariamente, que são vendidos apenas pelos bancos. Existem corretoras de investimentos, por exemplo, que podem vendê-los.

  • Produtos bancários, então, são aqueles que são emitidos pelo banco.

Quanto aos investimentos em si, eles são usados por essas instituições financeiras para várias finalidades, mas 3 se destacam:

1 – Empréstimo: sendo que o banco recebe o seu investimento e te paga uma porcentagem por isso e empresta esse dinheiro para outro cliente, recebendo um juro um pouco maior,

2 – Reinvestimentos: são em casos mais específicos, onde o dinheiro é usado para que seja feito novos investimentos em áreas como a imobiliária ou a do agronegócio,

3 – Atualizações Estruturais: as instituições também podem usar o dinheiro para fazer melhorias na sua estrutura, seja ela física ou digital.

Assim, fica claro que os seus investimentos são positivos para os bancos porque, com a captação de recursos, ele pode optar por melhorar o seu quadro financeiro, de alguma forma.

Já para o investidor, também há benefícios. Oras, investir dinheiro no banco pode trazer uma rentabilidade mensal em forma de juros, sem que você perca o seu investimento inicial.

É simples: imagine que você guarde 50 reais todos os dias em casa. Ao final de 1 ano terá acumulado 600 reais. Agora, se comprar algum produto bancário, poderá ter rentabilidades acumuladas ao longo dos meses e seu patrimônio final será maior do que 600 reais.

Aí é que entre a grande jogada: dependendo do investimento, a rentabilidade é maior ou menor.

Tudo vai depender de como ela é calculada e quanto são as taxas cobradas pelo banco para fazer a administração de tal investimento.

É a partir de agora que o papel do investimento, de buscar informações e adquirir conhecimento, torna-se essencial para o sucesso financeiro do produto bancário.

Como são muitos produtos, muitos bancos e muitas taxas, nós não vamos conseguir listar todas as opções existentes nos dias atuais.

No entanto, para dar um norte sobre os possíveis produtos bancários que podem ser adquiridos, fizemos uma breve seleção, confira.

Os 7 Melhores Produtos Bancários para Investir Dinheiro

No Brasil, a maior parte dos analistas financeiros não recomenda os produtos bancários como maneira de investir o dinheiro, sendo que julga necessário conhecer produtos fora dos bancos.

No entanto, em recente pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas, foi comprovado que alguns produtos podem ser benéficos ao consumidor. Sem que ele perca dinheiro.

Portanto, há sim bons produtos bancários, só que o cliente precisa ter interesse em procurar aquele que melhor lhe representa. Acompanhe os tópicos abaixo e veja as principais diferenças.

1 – Poupança

No Brasil, a poupança é considerada o produto bancário número 1. E historicamente, ela foi muito aconselhada porque não faz a cobrança de nenhuma taxa, nem mesmo o imposto de renda.

No entanto, com o tempo e novas regras, ela perdeu rentabilidade e hoje é considerada uma das menos rentáveis.

2 – Previdência Privada

É um tipo de investimento que gera, todos os anos, muito dinheiro aos bancos. As pessoas costumam considerar que a aposentadoria pública não seja suficiente para uma vida tranquila, por isso, optam por investir nas previdências privadas.

Porém, conforme analistas, pode haver muitas cobranças, o que diminui a rentabilidade.

3 – Consórcio

Os consórcios funcionam de forma simples: o investir deposita algum valor predeterminado todos os meses e, ao fim de um período, faz a retirada do dinheiro.

Na maior parte das vezes, mesmo que gere um pequeno lucro, ele é abatido por taxas de administrativa, o que acaba por não ser compensador.

4 – Capitalização

Todos os bancos do Brasil oferecem algum tipo de plano de capitalização. E funciona parecido com o consórcio, citado acima. Só que nesse caso, o investidor acaba participando de alguns sorteios e pode ser beneficiado.

Porém, ao término do contrato, o consumidor acaba não tendo uma boa rentabilidade, que muitas vezes, perde também para a inflação.

5 – Fundos de Renda Fixa

Costuma ser indicado porque tem rentabilidades maiores do que os 2 investimentos listados acima.

A dica, para esses fundos é observar a taxa de administração, sendo que elas podem variar de 0,5 até mais de 2,5% ao mês, o que aumenta e diminui o lucro do investidor no final.

6 – CDB (Certificado de Depósito Bancário)

São aplicações financeiras que podem ser feitas pensando no médio e longo prazo. A grande questão é que a rentabilidade está atrelada à taxa CDI, portanto ela pode variar.

Os especialistas recomendam investir em CDBs de bancos menores, que tem melhores taxas, mas também contam com a garantia do Fundo Garantidor de Crédito.

7 – Letras de Crédito Imobiliário ou do Agronegócio

São como os CDBs, só que são usados para fins imobiliários e do agronegócio. Além disso, tem outra diferença: eles não cobram o imposto de renda, por isso, a rentabilidade tende a ser maior.

Por outro lado, o investimento inicial costuma ser mais alto, a partir de 20 mil reais.

Reprodução: Google

Por fim, vale dizer que existem outros produtos bancários, como a conta corrente, o empréstimo pessoal, o financiamento, o cartão de crédito, o cheque especial, mas não vamos nos atentar a falar deles porque não são consideradas boas formas de investir dinheiro.

Com informações da uol, topinvest

5 Cuidados Básicos para não perder dinheiro no Mercado Forex

Quando o assunto é o dinheiro movimentado todos os dias, o mercado cambial (também chamado de Forex) é o maior do mundo.

Ele trabalha continuamente, 24 horas por dia entre às sextas-feiras e o domingo, permitindo o maior volume e mais tempo para a realização de operações que aumenta o volume global.

A operação Forex envolve a compra de uma moeda e a venda de outra, simultaneamente. É o que os especialistas chamam de negociação em pares. Na prática, o investidor não compra dólares ou euros, mas uma relação monetária de troca entre eles.

O grande segredo para investir em Forex é saber fazer as operações conforme o par, sendo que há uma taxa de câmbio entre as duas moedas.

Logo, com os valores relativos, podem ser estruturas diferentes estratégias de investimento, que vão ser os fatores determinantes para a geração de lucro.

O que acontece é que as cotações das moedas não têm variações drásticas, como acontece com o mercado de ações, principalmente se falarmos em um curto espaço de tempo.

Como ganhar dinheiro com o Mercado Forex

O principal potencial de valorização é devido à alavancagem, que é uma margem. No entanto, há também de se pensar na alternativa de que grandes brokers oferecem serviços de gestão de contas e cobram, para tanto, pequenas porcentagens sobre os lucros gerados.

O Forex (que é uma abreviação de Foreign Exchange Market) é muito popular no exterior e mesmo que ainda não seja regulamentado no Brasil, tem um grande potencial para os investidores brasileiros, que podem, por exemplo, optar por corretoras estrangeiras.

Antonio Montiel é head da área de gerenciamento de risco da MSCI e diz que o mercado de Forex tende a fascinar os iniciantes com promessas de grandes lucros a partir de pequenos investimentos devido, justamente, a alavancagem, que podem chegar à 400 vezes o valor investido.

Reprodução: Google

Por outro lado, ainda que possa ser considerado um ponto positivo, o lado negativo também se apresenta.

“Se a pessoa investir 1 mil dólares, ela vai poder operar um lote de 100 mil dólares em uma operação com alavancagem de 100 vezes, bem como no mercado. Parece tentador, mas entenda que ele está operando mais de 100 mil dólares tendo apenas 1 mil dólares”, diz o especialista.

5 Cuidados Básicos para não perder dinheiro no Mercado Forex

1 – Registro na CVM (Comissão de Valores Mobiliários): sem o registro, não há a garantia de que a empresa ou o corretor existam, de fato. Portanto, o investidor pode ser vítima de alguma fraude ou golpe. Neste caso, todo cuidado é pouco.

2 – Dados: há casos onde os dados de investidores são usados de formas indevidas por empresas que atuam clandestinamente.

3 – Informações: nem sempre o investidor terá acesso à todas as informações necessárias, que são importantes para qualquer tomada de decisão consciente sobre o investimento.

4 – Corretora: cada corretora possui regras próprias para o saque do dinheiro, podendo estipular valores mínimos, por exemplo, o que pode fazer o investidor ficar com o dinheiro preso.

5 – Ambiente Virtual: por ser virtual, o ambiente também fica sujeito à manipulações de preços e ações de hackers.

“Neste ramo é fundamental saber operar da maneira mais profissional possível, sempre calculando o risco e retorno de cada operação e sempre buscando operar com stop loss e limite, afinal a volatilidade é muito alta e você nunca sabe quando algum desastre pode acontecer”, finaliza o executivo da MSCI.

Com informações do conselhosfinanceiros e infomoney

3 Vantagens de Operar no Mercado de Índice Futuro

O Mercado Futuro funciona assim: os participantes se comprometem a comprar ou vender certa quantidade de um ativo por um preço estipulado para a liquidação em data futura.

Enquanto no mercado a termo os desembolsos acontecem no vencimento, no mercado futuro os compromissos são ajustados diariamente.

Assim sendo há características próprias do mercado futuro, como: padronização acentuada, elevada liquidez, negociação transparente em bolsa mediante pregão, possibilidade de encerramento da posição, utilização do mecanismo das margens depositadas em garantia.

Também podemos citar algumas desvantagens: exigir a elevada movimentação financeira devido aos ajustes diários, custo mais elevado do que os contratos a termo e a necessidade de depósito de garantias.

Ou seja, de forma geral, todo contrato futuro se refere à algum ativo objeto (ou ativo spot no caso dos futuros) e vence em um determinado prazo.

Como funciona o Mercado Futuro de ações na Bovespa?

Os contratos futuros do índice Bovespa são negociados no segmento da BM&FBovespa – a bolsa de valores brasileira.

Assim, a disputa entre comprados e vendidos traz muita volatilidade ao segmento. Para entender por que isso acontece, é preciso compreender o funcionamento do mercado futuro de ações.

Assim, nesse mercado, as negociações ocorrem de maneira que os investidores se comprometam a negociar determinada ação a um preço pré-estabelecido e em uma data futura.

Nessa linha, o investidor tem o direito, mas não a obrigação, de comprar ou vender no futuro.

Quando o investidor se compromete a realizar a compra através do mercado futuro, outro se compromete a realizar a venda. Porém, há uma peculiaridade neste mercado: não ocorre, necessariamente, a transferência das ações do vendedor para o comprador.

Para realizar a operação, assim sendo, o investidor  tem que depositar uma margem

Afinal, para que serve o mercado futuro?

Como todos derivativos, o mercado futuro também é utilizado para minimizar riscos ou potencializar retornos. Confira como acontece em cada uma dessas situações.

Minimizar Riscos

Vamos à um exemplo: um proprietário tem uma fazenda onde consegue plantar uma área para colher 1 milhão de sacas, sendo que o gasto é de 40 milhões de reais. Atualmente, a saca custa 45 reais, portanto, o lucro é de 5 milhões de reais.

Porém, há um risco.

O preço da soja pode oscilar e atingir os 30 reais a saca em alguma temporada. Se isso acontecer, o proprietário prede 10 milhões de reais.

Portanto, uma das opções do proprietário, para este caso, é realizar um hedge no mercado futuro. Com essa operação, bataria ele realizar uma venda de 1 milhão de sacas de soja para novembro (mês da colheita) por 50 reais a saca.

Logo, o lucro é preservado.

Maximizar Lucros

Podemos usar o mesmo exemplo acima. Vamos supor que o preço da saca estará em 80 reais em novembro. Então, uma forma de lucrar com a alta é comprar contratos futuros de soja.

Entenda o Índice Futuro

O futuro de índice é um dos contratos mais utilizados no mercado financeiro e esses contratos têm como ativo objeto o Ibovespa, ou seja, o ativo que está sendo negociado a preços futuros é a cotação do Ibovespa.

Logo, quando compramos um contrato futuro de índice, recebemos dinheiro toda vez que o índice sobre e perdemos quando ele cai.

Por outro lado, quando vendemos um contrato de índice futuro, ganhamos dinheiro toda vez que o mercado cai e perdemos quando ele sobe.

3 Vantagens de Operar no Mercado de Índice Futuro

Operar no mercado de índice futuro traz várias vantagens aos investidores. Confira as 3 principais!

1 – Alavancagem

Por não ser necessário desembolsar dinheiro para comprar ou vender contratos futuros, o investidor pode colocar seus recursos como margem e alavancar o valor que investe, o que potencializa os ganhos.

2 – Facilidade de Apostar na Baixa

Apostar na queda dos preços é fácil, basta realizar uma venda de contratos futuros. Cada ponto que o mercado cair, será um ponto de lucro para seus investimentos.

3 – Liquidez Elevada

É um dos mercados que tem o maior número de transações de compra e venda, por isso, mesmo para volumes grandes de capital, pode ser que sempre que o investidor quiser vender, ele poderá encontrar uma oferta de compra e vice-versa.

Com informações do portaldoinvestidor, infomoney e tororadar

5 Jeitos Simples de Investir em Moedas para Ganhar Dinheiro

Investir em dólar ou em euro é uma das formas mais populares de investir na moeda estrangeira.

  • Mas, será que vale a pena?
  • Qual a chance de obter boas rentabilidades?
  • Quando se deve apostar nesse tipo de investimento?
  • Aliás, como é possível investir em moedas estrangeiras?

De forma geral, o mais importante é encontrar o câmbio com a cotação mais baixa.

No entanto, nem tudo é tão fácil quanto parece e, antes mesmo de investir na valorização do dólar ou do euro, o investidor precisa entender que as moedas são ativos de renda variável, o que quer dizer, consequentemente, que podem oscilar, exatamente como as ações da bolsa de valores.

Se você já está seguro do que quer e conhece muito bem o próprio perfil para investir, confira, agora, como é possível fazer isso:

1 – Papel Moeda: é a forma mais comum de investir em moedas e trata-se de comprar a moeda em alguma casa de câmbio autorizada pelo Banco Central.

2 – Fundos Cambiais: são fundos que aplicam pelo menos 80% da carteira de ativos em moedas norte-americanas ou europeias.

3 – Fundo Multimercado: não é apenas para quem quer investir na moeda estrangeira porque a política é bastante flexível, tornando possível outras classes de investimentos, inclusive, a moeda estrangeira.

4 – Derivativos: são produtos financeiros que apostam nos preços de outros ativos. O ativo, neste caso, pode ser a própria moeda estrangeira, já o valor derivativo vai depender da cotação do dólar.

5 – Numismática: é o investimento em moedas antigas, já que o valor pode variar muito conforme a escassez delas. Os metais preciosos, como o outro, são considerados reservas de valor, o que pode ser uma forma de ganhar dinheiro com as moedas.

Por que investir em moedas pode trazer boas rentabilidades financeiras?

Reprodução: Google

Não há dúvidas de que o principal foco de investir em moedas é aproveitar a boa variação do câmbio. No entanto, isso exige que o investidor fique atento às movimentações da moeda que deve ser comparada com a nacional.

Neste caso, até mesmo os cenários internacionais podem ser influenciadores. Mas, mais importante ainda são outros fatores, como a inflação de um país, já que quanto maior ela for, maior será a quantidade da moeda nacional necessária para adquirir um bem ou serviço.

Também não é aconselhável investir mais do que 10% da carteira de ativos em moedas, para que o risco não fique demasiado.

E, como a maior parte das aplicações financeiras, há a incidência do Imposto de Renda, que segue tabela regressiva. E cobrança do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para prazos menores do que 30 dias.

Da mesma forma, o mais indicado é escolher, ao menos, duas ou três moedas distintas para diversificar esse tipo de ativo. A sugestão, inclusive, é investir em moedas com maior visibilidade, como o dólar americano, o franco suíço e a libra.

O importante é buscar conhecimento sobre o mercado, a saber ainda que os analistas aconselham a pensar no investimento em moeda como um “elemento diversificador de risco”.

Assim, por exemplo, para um investidor que faz as suas compras em euros, o dólar norte-americano pode ser um bom elemento diversificador.

Com informações do proteste, investidor e e-konomista