As 3 Maneiras mais Fáceis de fazer Investimentos Internacionais

Todo investidor em ascensão já pensou em investir parte dos seus recursos financeiros no exterior.

No entanto, como o assunto é pouco divulgado no Brasil, boa parte deles acabam por deixar esse pensamento de lado. Por outro lado, quem decide por assim arriscar, acaba tendo bons retornos financeiros.

Se você faz parte do grupo de investidores que ainda não teve a ousadia de aplicar dinheiro nos investimentos internacionais, veja agora algumas dicas de como fazer isso sem errar!

1 – Fundos de Investimentos

De antemão, saiba que… Se você não tem segurança o suficiente para fazer isso sozinho ou se não tem o tempo mínimo para conhecer os mercados estrangeiros, opte pelas gestoras de capital que são focadas no exterior.

Elas têm o hábito de alocar recursos em fundos de investimentos e isso diminui muito o risco de perda, além de rentabilizar o investimento.

Mesmo porque ao concentrar o capital em ativos escolhidos a dedo sob um olhar clínico, o investidor passa a ter mais chances de aumentar o patrimônio.

Ah, outra atenção especial que precisa ser tomada é que não se deve enviar dinheiro ao outro país sem antes falar com um representa comercial do fundo e saber como tudo funciona, inclusive, os trâmites necessários para tal aplicação.

É importante saber também que investir em outro país requer um significativo montante inicial, que deve ser declarado no Imposto de Renda, como um investimento feito no seu próprio país.

Aí, se o valor for superior à 100 mil dólares, ele precisa estar constatado também no Banco Central.

Reprodução: Google

Contar com um gestor pode ser fundamental na hora de aplicar recursos no exterior porque, conforme mais disponíveis os ativos se tornam, mais difícil montar uma carteira de investimento.

Portanto, note que investir através dos fundos podem gerar alguns questionamentos, como a dificuldade em analisar os fundos investidos, taxas de administração potencialmente altas e restrição apenas para investidores qualificados.

2 – Banco ou Corretora do Exterior

É a maneira mais usual de investir no exterior e a ideia é simples: o investidor abre uma conta em um banco ou em uma corretora de valores no país desejado, tal qual os Estados Unidos, e faz uma remessa para aplicar em ativos locais.

No entanto, apesar de ser clássica, essa forma de investir gera alguns entraves devido à legislação brasileira.

Como nos fundos, todo valor acima de 100 mil dólares precisam ser declarados ao Banco Central e todo valor que for para o exterior tem que ser divulgado à Receita Federal, para que seja feito o pagamento dos impostos.

No caso dos Estados Unidos, por exemplo, o IR tem que ser pago no exterior e ele pode ser compensado na declaração de ajustes anuais. Logo, o investidor não paga duas vezes o imposto. Porém, em outros países, essa compensação não é possível de ser feita.

3 – ETFs

Exchange Trade Fund ou ETF também é um fundo de investimentos, só que negociado na Bolsa de Valores. Nele, é possível comprar cotas dos fundos como se fossem ações e isso torna o acesso mais fácil do que as outras opções listadas acima.

Se investidor tem um computador com acesso à internet, uma conta em qualquer corretora de investimentos e dinheiro na conta, pode realizar essa aplicação financeira.

Atualmente, na BM&FBovespa – que é a bolsa de valores brasileira, há dois ETFs que investem no exterior: iShares S&P 500 e o it Now S&P 500. E, não por acaso, eles são chamados de fundos de índices.

Nesse caso, o custo é o mesmo de comprar uma ação, com a taxa de corretagem.

Diferente das opções acima, os ETFs não dão liberdade ao gestor para escolher ativos, eles, simplesmente, compõe a carteira exatamente igual ao índice S&P500 e a taxa de administração é de 0,27% ao ano.

Com informações do rico e clubedovalor