5 Jeitos Simples de Investir em Moedas para Ganhar Dinheiro

Investir em dólar ou em euro é uma das formas mais populares de investir na moeda estrangeira.

  • Mas, será que vale a pena?
  • Qual a chance de obter boas rentabilidades?
  • Quando se deve apostar nesse tipo de investimento?
  • Aliás, como é possível investir em moedas estrangeiras?

De forma geral, o mais importante é encontrar o câmbio com a cotação mais baixa.

No entanto, nem tudo é tão fácil quanto parece e, antes mesmo de investir na valorização do dólar ou do euro, o investidor precisa entender que as moedas são ativos de renda variável, o que quer dizer, consequentemente, que podem oscilar, exatamente como as ações da bolsa de valores.

Se você já está seguro do que quer e conhece muito bem o próprio perfil para investir, confira, agora, como é possível fazer isso:

1 – Papel Moeda: é a forma mais comum de investir em moedas e trata-se de comprar a moeda em alguma casa de câmbio autorizada pelo Banco Central.

2 – Fundos Cambiais: são fundos que aplicam pelo menos 80% da carteira de ativos em moedas norte-americanas ou europeias.

3 – Fundo Multimercado: não é apenas para quem quer investir na moeda estrangeira porque a política é bastante flexível, tornando possível outras classes de investimentos, inclusive, a moeda estrangeira.

4 – Derivativos: são produtos financeiros que apostam nos preços de outros ativos. O ativo, neste caso, pode ser a própria moeda estrangeira, já o valor derivativo vai depender da cotação do dólar.

5 – Numismática: é o investimento em moedas antigas, já que o valor pode variar muito conforme a escassez delas. Os metais preciosos, como o outro, são considerados reservas de valor, o que pode ser uma forma de ganhar dinheiro com as moedas.

Por que investir em moedas pode trazer boas rentabilidades financeiras?

Reprodução: Google

Não há dúvidas de que o principal foco de investir em moedas é aproveitar a boa variação do câmbio. No entanto, isso exige que o investidor fique atento às movimentações da moeda que deve ser comparada com a nacional.

Neste caso, até mesmo os cenários internacionais podem ser influenciadores. Mas, mais importante ainda são outros fatores, como a inflação de um país, já que quanto maior ela for, maior será a quantidade da moeda nacional necessária para adquirir um bem ou serviço.

Também não é aconselhável investir mais do que 10% da carteira de ativos em moedas, para que o risco não fique demasiado.

E, como a maior parte das aplicações financeiras, há a incidência do Imposto de Renda, que segue tabela regressiva. E cobrança do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) para prazos menores do que 30 dias.

Da mesma forma, o mais indicado é escolher, ao menos, duas ou três moedas distintas para diversificar esse tipo de ativo. A sugestão, inclusive, é investir em moedas com maior visibilidade, como o dólar americano, o franco suíço e a libra.

O importante é buscar conhecimento sobre o mercado, a saber ainda que os analistas aconselham a pensar no investimento em moeda como um “elemento diversificador de risco”.

Assim, por exemplo, para um investidor que faz as suas compras em euros, o dólar norte-americano pode ser um bom elemento diversificador.

Com informações do proteste, investidor e e-konomista